Kekanteiros…
Eu e meu umbigo, com alguns dos participantes do 4º Evento do Kekanto em Brasília, na última quinta-feira. Se você participa do Kekanto, adicione-me lá e leia minhas resenhas.
Eu e meu umbigo, com alguns dos participantes do 4º Evento do Kekanto em Brasília, na última quinta-feira. Se você participa do Kekanto, adicione-me lá e leia minhas resenhas.
Andava meio sem tempo e inspiração para escrever aqui no blog, mas neste raro 29 de fevereiro reservei um tempo para comentar sobre três novas redes sociais das quais passei a participar agora em 2012. Clique nas imagens deste post para abri-las em tamanho maior.
Kekanto
A primeira rede é o Kekanto, uma espécie de versão brasileira do Yelp, mas que também guarda algumas semelhanças com o Foursquare. O Kekanto foi uma ideia desenvolvida em 2010 por dois japinhas estudantes da USP, Fernando Okumura e Bruno Yoshimura. Basicamente, o Kekanto é uma mistura de rede social e guia de bairro, na qual os participantes postam informações, escrevem resenhas e trocam dicas sobre serviços e estabelecimentos comerciais.
No Kekanto, pode-se falar de qualquer estabelecimento: salão de cabeleireiros, oficina mecânica, supermercado, etc. Não obstante, a maioria dos participantes do Kekanto gosta mesmo é de resenhar barzinhos e restaurantes, o que acabou redefinindo o perfil da rede, hoje um reduto de amantes da gastronomia e da vida noturna.
Para estimular os integrantes da rede a escreverem resenhas, são distribuídos escudos (semelhantes aos badges do Foursquare) e patentes militares (os iniciantes são “recrutas” e podem, com o tempo, chegar a “marechal”) . Tal como o Foursquare, você pode fazer check-in, pelo smartphone, nos estabelecimentos que frequenta. Além disso (e essa é a melhor parte da brincadeira), são promovidos mensalmente encontros da comunidade em algumas das maiores cidades brasileiras, com a participação dos membros mais ativos – nesses eventos, patrocinados, os comes e bebes são por conta do Kekanto.
O Kekanto expandiu suas operações e hoje tem usuários em algumas dezenas de cidades brasileiras, e também na Argentina, Chile e México. A rede já é bem forte em praças como São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, mas já está crescendo também em Brasília, onde moro. A responsável pela promoção do Kekanto no DF é a jornalista Marcela Saad (por coincidência minha amiga!) e já houve dois ótimos eventos neste ano aqui na cidade – o segundo, aliás, realizado ontem, contou com a presença dos ilustres Johnny C. e Daniel Bastos.
Outra rede à qual aderi bem recentemente, e que pelo jeito é a rede social da moda nessa virada de 2011 para 2012, é o Pinterest. O nome, passível de piadas maldosas em língua portuguesa, é uma junção dos vocábulos ingleses pin (alfinete) e interest (interesse). Espécie de Fotolog moderno com pitadas de Facebook, o Pinterest também surgiu em 2010 e se auto-define como um “mural virtual” – lembra, de fato, aqueles murais de cortiça que muitas meninas (e alguns meninos) tinham antigamente, onde pregavam com alfinete fotos, recortes de jornais e revistas e colagens diversas.
Há dezenas de textos em sites e blogs explicando o funcionamento do Pinterest, que é relativamente simples – basicamente, você marca uma imagem de um site qualquer, utilizando o botão “Pin”, que você instala no seu navegador, e “alfineta” essa imagem no seu mural temático do Pinterest, junto a um textinho descritivo (você pode criar quantos murais quiser). Não vou ficar chovendo no molhado aqui, repetindo o que você já leu ou vai ler em outro lugar. Recomendo o texto da Lu Monte, que está bem didático e fácil de entender, além de trazer sugestões de temas para os seus murais.
O Pinterest “bombou” no Brasil nas últimas semanas. Confesso que só o conheci por acaso, por conta de uma postagem humorística no Facebook, que o citava junto a outras redes já conhecidas. Criei minha conta e qual não foi a minha surpresa ao ver que boa parte dos meus contatos virtuais (“amigos” do Facebook e “seguidores” do Twitter) já estavam por lá e me adicionaram freneticamente: um claro indício de que o Pinterest é o grande hype do ano.
Postbit
Por aquelas razões inexplicáveis, conheci antes o quase desconhecido rival do Pinterest, que atende pelo nome de Postbit. Menos intuitivo que o Pinterest, o Postbit também permite que você poste fotos e textos, que formam um mural virtual coletivo, junto com postagens de outros membros da rede.
Diferentemente do Pinterest, no Postbit você posta imagens que já estão no seu computador, no esquema de clicar-arrastar-soltar. O resultado estético dos murais é semelhante, mas o Postbit é bem menos empolgante de usar que o Pinterest.
Como eu desconhecia que o “quente” do Postbit é a postagem de fotos, escolhi-o para fazer o start-up de um projeto de criar um blog em inglês – na verdade retomar uma ideia que eu já havia botado em prática nos idos de 2003 e 2004, numa das célebres reformulações do meu site. Certamente vou ter que repensar o uso da minha página no Postbit e, por enquanto, ela vai ficar alguns dias sem atualização.
Hoje um apartamento do quarto andar do prédio onde moro foi pelos ares. Uma explosão, provavelmente causada por gás de impermebialização de sofá, destruiu o apartamento 403 e avariou outros três apartamentos no mesmo andar. Quatro pessoas ficaram feridas com a explosão, uma em estado grave.
A fumaça chegou aos corredores dos outros andares. Eu estava em casa com a Amanda, enquanto a Gui fazia compras. Felizmente mantive a calma e consegui descer em segurança, pelas escadas, com a pequena Amandinha. Vi os feridos serem atendidos pelo Corpo de Bombeiros. O prédio foi liberado poucas horas depois e estamos todos bem, graças a Deus.
A foto abaixo foi tirada por uma twitteira, Paulline, pouco depois da explosão. Observe a fumaça preta no apartamento do quarto andar. Clique na imagem para abri-la em tamanho maior.
Novidade no meu portfólio profissional como jornalista: foi lançado na semana passada o livro-reportagem Missão do TSE aos Estados de Alagoas e Pernambuco — escrito, organizado e editado por este humilde blogueiro, a partir de relatos feitos por servidores do Tribunal Superior Eleitoral que participaram de uma inspeção feita em quinze municípios da Zona da Mata Nordestina, atingidos pelas enchentes de 2010. Clique na imagem abaixo para baixar gratuitamente uma cópia do livro em PDF.
Além do meu texto, o livro apresenta fotos tiradas por Edilson Ricardo e Mara Núbia, que trazem um pouco da visão que eles tiveram da tragédia vivida pela população. O projeto gráfico e editoração do livro ficaram por conta do Rauf Soares.


A Amandinha já está querendo engatinhar. Colocamos a pequerrucha no edredon para ela ir tentando…

Foto que tirei ontem no meu trabalho, mostrando meu iPad e o Galaxy Tab de uma colega. Falo de ambos os aparelhos (e outros gadgets) na edição 110 do meu podcast.
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