Arquivos para a categoria ‘Notícias’

Um grande susto

Hoje um apartamento do quarto andar do prédio onde moro foi pelos ares. Uma explosão, provavelmente causada por gás de impermebialização de sofá, destruiu o apartamento 403 e avariou outros três apartamentos no mesmo andar. Quatro pessoas ficaram feridas com a explosão, uma em estado grave.

A fumaça chegou aos corredores dos outros andares. Eu estava em casa com a Amanda, enquanto a Gui fazia compras. Felizmente mantive a calma e consegui descer em segurança, pelas escadas, com a pequena Amandinha. Vi os feridos serem atendidos pelo Corpo de Bombeiros. O prédio foi liberado poucas horas depois e estamos todos bem, graças a Deus.

A foto abaixo foi tirada por uma twitteira, Paulline, pouco depois da explosão. Observe a fumaça preta no apartamento do quarto andar. Clique na imagem para abri-la em tamanho maior.

Solarium Park após a explosão

Postado por Alexandre Sena on December 23rd, 2011 1 Comentário

Huffington Post no Brasil

Uma notícia que chamou a atenção da blogosfera por esses dias foi o anúncio da criação de uma versão brasileira do Huffington Post – o conhecido portal independente de notícias e artigos dos Estados Unidos (posteriormente foram criadas edições na Grã-Bretanha e no Canadá).

Para quem não sabe, o Huffington Post foi considerado um dos propulsores da candidatura de Barack Obama junto à opinião pública norte-americana. Fundamentado na colaboração de milhares de blogueiros e articulistas, o site comandado por Arianna Huffington deve repetir esse tipo de parceria também aqui no Brasil.

Trata-se de uma vitrine e tanto para talentos ocultos da blogosfera brasileira – que, a exemplo do que ocorre mundialmente, vem sofrendo a concorrência das sedutoras mídias sociais, notadamente o Twitter e o Facebook.

Aliás, o enfraquecimento dos blogs no cenário da produção de conteúdo na Internet é tema da edição 116 do Podcast do Alexandre Sena, que já está no ar. Não deixe de ouvir!

Postado por Alexandre Sena on September 6th, 2011 Comente!

Copa 2014: abertura deve ser em Brasília

Malgrado a pressão da mídia paulista, que já dava como certo o protagonismo da cidade de São Paulo na Copa do Mundo de 2014, finalmente o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, admitiu que a cidade pode não ser sede da abertura da Copa. Seria o terceiro e mais duro revés da maior cidade do Brasil em seus preparativos para o evento máximo do futebol mundial.

À época da confirmação do Brasil como sede do evento, já era dada como certa a presença de São Paulo entre as cidades-sedes escolhidas. Meses depois, confirmadas as 12 cidades que receberiam os jogos, virou lugar-comum apontar como “lógica e natural” a escolha do estádio do Morumbi, na capital paulista, para receber o jogo de abertura, e do Maracanã, no Rio de Janeiro, para a partida final. A cegueira da mídia do eixo Rio-São Paulo excluiu automaticamente todas as outras dez sedes (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador) da primazia de receber os jogos mais importantes da Copa. Pior: a mídia passou a tratar como “obras faraônicas” e “elefantes brancos” os estádios que passaram a ser erguidos, com dinheiro público, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil (em alguns casos, justiça seja feita, não sem razão).

Porém a Fifa mostrou-se bem alheia a certas picuinhas e bairrismos que permeiam redações de jornais, revistas e sites, bem como alguns programas de rádio e TV[bb]. Primeiro revés da candidatura paulista: o “fantástico” estádio do Morumbi logo foi descartado pela Fifa como palco da abertura da Copa (houve aí também algumas querelas políticas envolvendo o time do São Paulo e a CBF). Sem querer largar o osso, o comitê organizador paulista (com o inacreditável aval do ex-presidente Lula) apresentou a carta na manga: o Itaquerão, novo estádio do Corinthians, construído na carente Zona Leste paulistana.

Tal como o Morumbi, logo o Itaquerão tornou-se o queridinho da mídia bandeirante e candidato[bb] natural à abertura da Copa, apesar das outras cidades-sedes postulantes — Brasília, Belo Horizonte e Salvador — estarem bem mais adiantadas em seus preparativos. As exigências da Fifa, porém, foram demais para o Itaquerão: ele não ficaria pronto a tempo para a Copa das Confederações, evento considerado como “teste” para a Copa do Mundo. Deu-se aí, o segundo grande revés para São Paulo: a Copa das Confederações será disputada em outras cinco capitais. A maior cidade do país ficou de fora.

A candidatura do Itaquerão para a abertura da Copa fica em situação cada vez mais delicada: o projeto original, para um estádio de 48 mil lugares, teve que ser refeito para abarcar os 70 mil lugares exigidos pela Fifa. O Corinthians não tem verba para tanto e o desabafo de Sanchez não deixou de ser um pedido de socorro estatal: querem dinheiro público para construir um estádio privado. Algo com que certamente os contribuintes paulistas não vão concordar.

Enquanto isso, nos bastidores, a (até agora) pouco prestigiada candidatura de Brasília à abertura da Copa cresce na preferência da Fifa e do próprio ministro dos Esportes, Orlando Silva. O fato de abrigar boa parte do corpo diplomático e de ter hotéis bem próximos ao local do novo Estádio Nacional são pontos que contam a favor da capital federal. Embora o governo Agnelo Queiroz venha sendo bastante criticado pela lentidão na resolução de outros problemas mais sérios do Distrito Federal, as obras do novo estádio, a ser construído no lugar do antigo Mané Garrincha, estão em ritmo acelerado. Nem o fracasso na tentativa de implosão da arquibancada do Mané Garrincha, no domingo, parece abalar a confiança do comitê organizador local em trazer a abertura da Copa para Brasília.

Postado por Alexandre Sena on May 16th, 2011 4 Comentários

Bin Laden

Três pontos para reflexão:

1- Muito estranho o Exército americano matar o terrorista, não mostrar o cadáver e jogá-lo no oceano. Isso dá margem a mil e uma teorias conspiratórias, do tipo “Osama não morreu” ou “Bin Laden já estava morto faz tempo e o Obama armou esse circo agora para lucrar politicamente”. Fora a “coincidência” da morte de Bin Laden ter ocorrido exatos 66 anos após o anúncio do suicídio de Hitler. Estranho demais.

2- De fato, a morte de Osama Bin Laden praticamente garante a reeleição de Barack Obama na eleição presidencial americana do próximo ano. Isso num momento em que Obama vinha sofrendo com a oposição republicana, que explorava as dificuldades do governo democrata em cumprir promessas de campanha, além de lançar dúvidas sobre a nacionalidade do primeiro presidente negro da história dos EUA. Como bem lembra o Antônio Luís Costa, Obama não cumpriu as promessas de campanha pelas quais foi eleito, mas ao menos conseguiu cumprir uma promessa do governo Bush. E agora ganhou a simpatia até de expoentes da ultra-direita norte-americana.

3- A mídia tradicional mais uma vez fez um papelão: além de ter sido furada por um twiteiro paquistanês, embarcou no sensacionalismo e na bajulação pro-ianque. Não há contestação, não há contra-ponto. Só loas ao feito norte-americano. Fora isso, várias TVs e agências pelo mundo afora (inclusive a GloboNews) caíram na pegadinha feita por um site de humor, com uma falsa foto do Bin Laden morto.

Postado por Alexandre Sena on May 2nd, 2011 1 Comentário

Dilma e Agnelo

Parabéns à nova presidente do Brasil e ao novo governador do Distrito Federal. Ambos contaram com meu voto.

Postado por Alexandre Sena on October 31st, 2010 2 Comentários

Reta final

Por motivos pessoais e profissionais, tenho postado bem menos ativamente nestas eleições do que no passado. Quem acompanha o meu blog há mais tempo deve-se lembrar o quanto me engajei nas eleições de 2002 e 2006. Mas ainda há tempo para algumas considerações.

Este ano, como diria uma conhecida minha, estamos fadados a escolher, no Halloween, entre uma bruxa e um bruxo. Ainda que o antagonismo e o radicalismo nas campanhas de Dilma Rousseff e José Serra tenham se exacerbado nas últimas duas semanas, para boa parte da opinião pública (eu, inclusive) a impressão que se tem é de que são dois presidenciáveis com visões políticas muito semelhantes. Ambos oriundos da oposição ao regime militar, comodamente rotulados no passado como políticos “de esquerda”, que penderam para o centro. Serra hoje representa, na verdade, parte da visão “de direita”, embora tenha uma dificuldade enorme em admitir isso.

A não ser que haja uma verdadeira catástrofe no debate de hoje, a ser exibido pela TV[bb] Globo, acho difícil que Dilma perca essa eleição. Se perder, poderá creditar boa parte da culpa às sistemáticas campanhas de difamação que sofreu praticamente durante todo o período eleitoral (sobre a questão do aborto, terrorismo, corrupção, etc., etc.). Se Dilma ganhar, deverá creditar parte dos méritos à Internet e à forte militância virtual, que transformou a web numa mídia de “contra-informação”, servindo como contra-peso à forte resistência da mídia tradicional brasileira (especialmente os veículos controlados pelos grupos Globo, Abril, Folha e Estadão) à candidatura petista. E Dilma deverá creditar sua eventual vitória, claro, ao cabo-eleitoral-mor Lula, que transferiu todos os votos conquistados pelo Bolsa-Família à sua outrora desconhecida candidata.

Mesmo com um eventual revés nas urnas no próximo domingo, Serra sai mais forte desta eleição do que em 2002, quando encarou uma derrota antecipada frente ao imbatível Lula. Continuará sendo uma peça importante no PSDB, a despeito da voracidade de Aécio Neves e Geraldo Alckmin. Se eleito, Serra terá um desafio muito grande: quebrar o ciclo populista de Lula. O caminho natural dos tucanos seria apostar no crescimento econômico e nas obras de infraestrutura como balizadores de seu governo.

No Distrito Federal, onde resido, o petista Agnelo Queiroz deve ser eleito governador sem grandes dificuldades, quebrando um ciclo de doze anos de rorizismo (Joaquim Roriz governou de 1999 a 2006, sendo substituído por seu pupilo José Roberto Arruda, que foi preso e não completou o mandato). Weslian Roriz, que substituiu o marido enrolado com a Lei da Ficha Limpa, vai ficar algum tempo no anedotário político nacional até cair no ostracismo. Com Joaquim Roriz proibido de concorrer a cargos públicos até 2022, encerra-se um ciclo político que alterou os rumos da capital do país — muito embora as filhas do clã, Jacqueline e Liliane Roriz, eleitas deputadas, tenham cacife eleitoral para dar continuidade às políticas do pai.

Se a eleição parece uma barbada para o barburdo Agnelo Queiroz, não vai ser nada fácil governar tendo, na base de apoio, políticos do PMDB e outros partidos que historicamente estiveram ligados ao rorizismo. Ao mesmo tempo em que há uma boa vontade da população em tentar acreditar que o governo Agnelo vai romper com as práticas clientelistas do passado, sempre fica uma pontinha de desconfiança sobre os rumos que um governo da aliança PT-PMDB pode tomar.

Falo mais sobre a reta final das eleições, as baixarias de campanha, e os desafios dos eleitos na edição 104 do Podcast do Alexandre Sena. Ouça-a antes de votar no próximo domingo!

Postado por Alexandre Sena on October 29th, 2010 Comente!

Vai ter segundo turno, sim!

Dilma Rousseff e José Serra disputam no próximo dia 31 de outubro a eleição em segundo turno para presidente da República. O formidável desempenho de Marina Silva, terceira colocada na disputa, deve credenciá-la a “fiel da balança” neste pleito presidencial.

No Distrito Federal, a inexplicável e ridícula candidata Weslian Roriz (que substituiu de última hora o marido ficha-suja Joaquim Roriz) conseguiu ascender ao segundo turno e vai enfrentar o favorito Agnelo Queiroz, numa das mais surpreendentes eleições dos últimos tempos.

Vou comentar sobre esses e outros resultados eleitorais na próxima edição do meu podcast, que deve ir ao ar nesta terça-feira.

Postado por Alexandre Sena on October 3rd, 2010 1 Comentário

Pressão pelo segundo turno

A julgar pelas denúncias e desdobramentos das últimas semanas, setores políticos e da mídia que apoiam a candidatura de José Serra vão partir para o tudo ou nada, no sentido de levar a eleição presidencial ao segundo turno.

O caso Erenice Guerra e a demora do governo Lula em apresentar uma resposta convincente (a ministra deveria ter deixado o cargo bem antes, para poupar o governo e a candidata Dilma Rousseff de um desgaste maior) injetaram ânimo à até então desgastada candidatura tucana. Os serristas não vão economizar esforços para forçar um segundo turno, a despeito do cenário descrito em diversas pesquisas eleitorais, que preveem vitória de Dilma ainda em primeiro turno.

Guardada as devidas cautelas, o desejo tucano de levar o pleito presidencial ao segundo turno não é impossível de acontecer. A pesquisa menos otimista para Dilma mostra a candidata com 51% dos votos válidos. Seria necessário retirar apenas pouco mais de 1% dos votos dilmistas para levar a disputa para o segundo turno. E segundo turno é outra história.

Postado por Alexandre Sena on September 18th, 2010 Comente!

Dilma se saiu melhor no debate

No debate dos presidenciáveis exibido neste domingo pela RedeTV! uma coisa ficou clara para mim: nenhum dos quatro principais candidatos está devidamente preparado para ser presidente do Brasil. Feita essa constatação, por eliminação, acredito que Dilma Rousseff foi a vencedora do debate.

Para parte do eleitorado, há uma série de restrições, ou ao menos indagações, a respeito da capacidade da candidata petista de fazer um bom governo, de preferência um governo distante do viés populista de seu mentor Lula — restrições essas infladas pelas dúvidas quanto ao perfil ético do PT pós-mensalão. Felizmente, para Dilma, essa parcela do eleitorado está cada vez menor, a julgar pelas pesquisas de opinião que preveem a fatura liquidada no primeiro turno: Dilma teria mais da metade dos votos válidos na eleição de 3 de outubro.

Dilma e seus assessores sabem da real possibilidade de vencer a eleição ainda em primeiro turno. Ficou clara a estratégia petista de evitar uma ascensão de José Serra neste debate — as insistentes acusações do tucano à candidata governista, no tocante ao caso da violação do sigilo fiscal de sua filha Verônica Serra foram eficientemente minimizadas pelas respostas evasivas de Dilma. Serra teve pouca competência em explorar essa questão (eleitoreira) no debate, e nem a ajuda de Marina Silva, a candidata do Partido Verde, que também bateu nessa tecla, surtiu efeito. Para quem ainda acreditava numa virada de Serra na reta final, o debate evidenciou que o caso da quebra de sigilo na Receita Federal não terá maiores consequências para o resultado do pleito.

Talvez o momento mais desconfortável para Serra tenha sido uma pergunta feita por uma jornalista, que questionou o que ele realmente achava do presidente Lula. O candidato[bb] do PSDB se desdobrou para não criticar, nem elogiar Lula. É uma postura que só traz perdas eleitorais para Serra: ele não conquista o eleitorado lulista e ainda perde votos daqueles que torcem o nariz para o ex-metalúrgico, que certamente esperavam uma postura mais ofensiva de um candidato de oposição.

Tenho a lamentar que este debate foi menos profícuo no campo das ideias que o primeiro debate televisivo, exibido pela Band. Embora ainda mantenha minha intenção de voto em Marina Silva, confesso que me decepcionei um pouco com suas performances nesses dois debates. Pareceu-me insegura em alguns pontos, com uma postura confusa e dúbia sobre questões do governo Lula, da qual já fez parte. Com o discurso ambiental e ético, Marina tira alguns votos de Serra, mas não consegue empolgar o eleitorado lulista, o que favorece cada vez mais Dilma Rousseff.

Quanto ao outro candidato, Plínio de Arruda Sampaio, trata-se de um excelente provocador. Faria mais sucesso no parlamento do que na presidência da República. Ou, quiçá, poderia participar de algum programa humorístico.

Falarei mais sobre política na próxima edição do meu podcast, que deve ir ao ar nesta quarta-feira.

Postado por Alexandre Sena on September 13th, 2010 1 Comentário

Sobre o debate de ontem

Seguem minhas rápidas considerações sobre o primeiro debate na TV[bb] entre os presidenciáveis desta eleição, exibido ontem na Band.

Alguns jornalistas reclamam que o debate não teve “emoção”. Acho isso tolice. Debate é para expor ideias e propostas de governo, não necessariamente para haver confrontos e trocas de farpas. Achei o debate de ontem, no plano das ideias, de altíssimo nível.

Embora os marqueteiros e partidários de Dilma Rousseff digam que ela foi muito bem, foi visível o despreparo e o nervosismo da candidata petista na primeira metade do debate. Gaguejava, hesitava, tinha dificuldades de postura diante das câmeras. Dilma cresceu um pouco do meio para o fim do debate, quando teve habilidade em escapar de algumas “armadilhas” de José Serra. O melhor momento foi durante a discussão sobre o programa “Luz Para Todos”, quando Dilma conseguiu mostrar que esse programa lançado no governo Lula era bem diferente de outro programa de expansão de serviços de energia realizado na era FHC.

Já Serra mais uma vez provou que é um candidato[bb] sem carisma. Embora passe uma postura de serenidade e comprometimento quando defende sua proposta de governo, ele deixa transparecer certa arrogância e egolatria nos momentos de embate. Por diversas vezes Serra voltou à ladainha da saúde pública, querendo convencer a todos de que tudo era uma maravilha durante sua gestão frente ao Ministério da Saúde. A ideia dos mutirões da saúde, reiterada por Serra, foi bastante criticada pelos outros candidatos, o que tirou o tucano do sério.

Marina Silva teve desempenho aquém do esperado no debate, parte pelo nervosismo, parte pelo fato de ter dificuldades em moldar o discurso ecológico à necessidade de desenvolvimento do país. Ativistas verdes mais radicais certamente não concordam com a ideia de “conciliação” entre a defesa do meio ambiente e os interesses econômicos da sociedade. Apesar do singelo e simpático poema que ela declamou ao final do debate, Marina não agradou.

A grande sensação do debate foi Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, cuja candidatura era desconhecida por muitos. O octogenário socialista deu um show de humor, tiradas finas e irônicas contra os adversários e contra a própria imprensa: reclamou, por exemplo, que outros candidatos e os jornalistas da Band não faziam perguntas para ele, além de chamar Serra de “hipocondríaco”, por só falar sobre saúde. Plínio de Arruda Sampaio pode não ganhar a eleição de outubro. Mas já virou pop-star no Twitter, onde conquistou espaço na cobiçada lista de trending topics.

Postado por Alexandre Sena on August 6th, 2010 1 Comentário

 

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