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	<title>Novo Blog do Sena</title>
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		<title>Repente do seu Antônio</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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		<description><![CDATA[No fim de 2005, sofri um revés terrível: o HD do meu velho notebook &#8220;bichou&#8221; e eu perdi quase 20 GB de arquivos, inclusive alguns vídeos dos quais eu não tinha becape. Dentre os vídeos estava um dos últimos registros do meu avô Antônio, gravado naquele mesmo ano de 2005 (ele viria a falecer dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>No fim de 2005, sofri um revés terrível: o HD do meu velho notebook &#8220;bichou&#8221; e eu perdi quase 20 GB de arquivos, inclusive alguns vídeos dos quais eu não tinha becape.</p>
<p>Dentre os vídeos estava um dos últimos registros do meu avô Antônio, gravado naquele mesmo ano de 2005 (ele viria a falecer dois anos depois). </p>
<p>Qual não foi a minha surpresa ao constatar, por esses dias, que eu tinha enviado esse vídeo pelo Gmail a alguns primos. E que o dito-cujo estava devidamente guardado na pasta de e-mails arquivados, entre tantos outros do já longínquo ano de 2005.</p>
<p>Neste encantador registro audiovisual, meu avô canta alguns repentes, por ocasião de seu aniversário de 93 anos. Ele era natural de Tacima, na Paraíba. Trata-se, pois, de um legítimo representante da cultura nordestina. Apreciem:</p>
<div style="text-align:center;margin-bottom:20px;"><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DGTbMmkI4Y4?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Gentalha! Gentalha! Gentalha!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 11:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CQC]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Reproduzindo texto do blog da Míriam Macedo, cujas ideias (pelo menos no tocante a este assunto) coadunam-se com as minhas&#8230; &#8220;Jornalista pedindo censura é prova de tirania totalitária destes tempos petistas. Dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, ilustres desconhecidos (quem são?!), querem CQC fora das coberturas da imprensa. O restante do jornalismo chulé [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Reproduzindo texto do blog da <a href="http://blogdemirianmacedo.blogspot.com.br/" target="_blank">Míriam Macedo</a>, cujas ideias (pelo menos no tocante a este assunto) coadunam-se com as minhas&#8230;</p>
<div style="font-style:italic;margin-bottom:20px;">
<p>&#8220;Jornalista pedindo censura é prova de tirania totalitária destes tempos petistas. Dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, ilustres desconhecidos (quem são?!), querem CQC fora das coberturas da imprensa.  O restante do jornalismo chulé aplaude e apóia.</p>
<p>Isto é fraude da pelegada. O compromisso do sindicato é lutar contra qualquer tipo de censura. O jornalista que é eleito para dirigir o sindicato tem o dever de defender a liberdade expressão e garantir o livre exercício da profissão </p>
<p>Não é mais democrático deixar que o povo diga se quer ou não o CQC participando das entrevistas? Ou é o sindicato que sabe o que o povo quer ouvir e escolhe o que o povo pode ver?   </p>
<p>O telespectador tem dois eficientes instrumentos de censura nas mãos: o controle remoto e a interatividade. Se ele não quiser ver deboche do CQC nas entrevistas, ele vai mudar de canal e entupir a caixa de email das emissoras de protesto e reclamações. Audiência baixa não mantém &#8216;gracinhas&#8217; no ar. </p>
<p>O argumento deste pelegos censores  é que humorismo é humorismo, e jornalismo é jornalismo. Ah, é? E Presidente da República chamando assessores de &#8220;três porquinhos&#8221; é o quê? Liturgia do cargo?</p>
<p>Gentalha, gentalha, gentalha!&#8221;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Kekanteiros&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 17:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
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		<category><![CDATA[Kekanto]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu e meu umbigo, com alguns dos participantes do 4º Evento do Kekanto em Brasília, na última quinta-feira. Se você participa do Kekanto, adicione-me lá e leia minhas resenhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div style="text-align:center;margin-bottom:20px;"><a href="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/4EventoKekanto.jpg" target="_blank"><img src="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/4EventoKekanto-300x222.jpg" alt="4º Evento Kekanto" title="4º Evento Kekanto" width="300" height="222" class="aligncenter size-medium wp-image-562" /></a></div>
<p>Eu e meu umbigo, com alguns dos participantes do 4º Evento do Kekanto em Brasília, na última quinta-feira. Se você participa do Kekanto, <a href="http://br.kekanto.com/user/alexandredoernersena" target="_blank" title="Kekanto">adicione-me lá e leia minhas resenhas</a>. </p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Alexandre, o criador de caso</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 12:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Na vida, muitas vezes, a gente acaba ganhando uma fama que consideramos injusta. Quem nunca foi brindado com uma pecha que, em muitos casos, acabou estigmatizando ad æternum aquele que a recebeu? No meu caso, tenho ouvido nos últimos dez anos, de diversas pessoas, que sou um “criador de caso”. Basicamente, segundo essas pessoas, sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Na vida, muitas vezes, a gente acaba ganhando <strong>uma fama que consideramos injusta</strong>. Quem nunca foi brindado com uma pecha que, em muitos casos, acabou estigmatizando <em>ad æternum</em> aquele que a recebeu?</p>
<p>No meu caso, tenho ouvido nos últimos dez anos, de diversas pessoas, que sou um “criador de caso”. Basicamente, segundo essas pessoas, sou <strong>aquele sujeito “terrível”, de temperamento difícil</strong>, que não pensa antes de falar, que sempre reclama, que bate boca, que arruma confusão, que  tem dificuldades em se adequar, que não aceita as diferenças pessoais, que não sabe dialogar, que não sabe ser político.</p>
<p>É um comportamento que, teoricamente, mais fecharia portas do que as abriria. Porém, não é o que tenho verificado, ao observar de maneira global minha trajetória nesses últimos dez anos. <strong>Minha vida melhorou consideravelmente quando deixei de ser um cordeirinho obediente</strong>.</p>
<p>Acidentes de percurso, claro, aconteceram. Amizades perdidas, relações profissionais estremecidas, oportunidades que talvez não voltem mais. Mas, ao mesmo tempo que essas situações de estresse geraram incômodo em algumas pessoas, geraram também <strong>admiração e respeito</strong> em outras.</p>
<p>É um quadro que vem se repetindo com mais frequência de uns dois anos para cá. O cara chato e criador de caso, em vez de ser visto como um óbice, passou a ser <strong>baluarte de coragem, honestidade, transparência e lealdade</strong>.  </p>
<p>Especificamente nesta semana que se encerra, vivi um episódio que reforçou essa percepção. Após ter me recusado a dar continuidade a um trabalho que, mal planejado do jeito que vinha sendo feito, poderia causar inúmeros embaraços a um setor da organização para qual trabalho, <strong>fui visto como um “herói”</strong>, alguém que se colocou em posição de defesa da instituição.</p>
<p>Ouvi de uma diretora que deixou o cargo nesta semana que eu havia dado a ela <strong>uma grande lição de vida e um exemplo de coragem</strong>, ao me recusar a dar continuidade àquele trabalho mal-costurado. Mesmo para mim, que raramente tenho o ego movido a elogios, tal comentário para mim teve mais valor do que uma promoção.</p>
<p>Ser transparente e excessivamente franco, como escrevi acima, fecha portas. Mas as portas que se abrem, em contrapartida, sempre trazem um mundo novo de possibilidades e percepções. É muito bom saber que <strong>valores como a honestidade e a lealdade ainda contam pontos</strong> neste mundo.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Amanda e o espelho</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 21:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div style="text-align:center;margin-bottom:20px;"><iframe src="http://player.vimeo.com/video/40453283" width="500" height="281" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Oi, tô aqui&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 12:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; preparando mais alguns posts bacanas para serem lançados nos próximos dias. Fique ligado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>&#8230; preparando mais alguns posts bacanas para serem lançados nos próximos dias. Fique ligado!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Tim Tones</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 18:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Anysio]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos personagens mais geniais já criados pelo grande humorista Chico Anysio, falecido neste 23 de março. Reveja este clássico da década de 1980:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Um dos personagens mais geniais já criados pelo grande humorista Chico Anysio, falecido neste 23 de março. Reveja este clássico da década de 1980:</p>
<div style="text-align:center;margin-bottom:20px;"><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/V0R50MNpbL0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Giro pelos blogs</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 12:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ri muito quando soube, pelos trending topics do Twitter, que ontem foi o &#8220;Dia do Blogueiro&#8221; &#8211; para mim, uma espécie rara nesses tempos de supremacia do Facebook. Com o verdadeiro blogfading que vem ocorrendo nos últimos anos, fica meio complicado pinçar posts interessantes de blogs que um dia foram cutting-edge da blogosfera tupiniquim. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Ri muito quando soube, pelos <em>trending topics</em> do <a href="http://www.twitter.com" target="_blank" title="Twitter">Twitter</a>, que ontem foi o &#8220;Dia do Blogueiro&#8221; &#8211; para mim, uma espécie rara nesses tempos de supremacia do <a href="http://www.facebook.com" target="_blank" title="Facebook">Facebook</a>. Com o verdadeiro <em><a href="http://www.urbandictionary.com/define.php?term=Blogfading" target="_blank" title="definição de blogfading">blogfading</a></em> que vem ocorrendo nos últimos anos, fica meio complicado pinçar <strong>posts interessantes</strong> de blogs que um dia foram <em>cutting-edge</em> da blogosfera tupiniquim. De qualquer forma, seguem nos próximos parágrafos as minhas dicas para este início de outono.</p>
<p>Meu xará Alexandre Inagaki retrata <strong>as tolices do amor</strong> na divertida crônica <a href="http://pensarenlouquece.com/amar-hemburresce/" target="_blank" target="_blank" title="Pensar Enlouquece">Amar hemburresce</a>, com todos os nomes próprios escritos erroneamente, para ilustrar o quanto as pessoas apaixonadas ficam burras.</p>
<p>O grande André Rosa, vulgo Marmota, saiu do <em>blogfading</em> e voltou a postar, ainda que em <em>slow blogging</em>, após meses sumido. Vale a pena ler, por exemplo, <a href="http://dialetica.org/marmota/feliz-1984/" target="_blank" title="Marmota, mais dos mesmos">o interessante <em>post</em></a> sobre <strong>o ano de 1984</strong>.</p>
<p>Outro que saiu recentemente do <em>blogfading</em> foi o Johnny C. Em <a href="http://www.proveisso.net/2012/03/drops-gadgets-iphone-4s/" target="_blank" title="Prove Isso.net">um de seus posts mais recentes</a>, Johnny C. relata suas <strong>primeiras experiências com o iPhone</strong> &#8211; uma visão bem interessante, vinda de um <em>fanboy</em> da Nokia.</p>
<p>Já o Emerson Oliveira mostra o <strong>Asus PadFone</strong>, um de seus desejos de consumo atuais. Trata-se de <a href="http://www.ahtrine.com.br/2012/02/29/asus-padfone-eu-quero-2/" target="_blank" title="Ah Tri Né!">um combo que agrega celular, tablet e netbook</a> num aparelho só.</p>
<p>Para quem gosta de <strong>astronomia</strong>, vale ler o <em>post</em> de Roberto Câmara Jr. sobre <a href="http://metiredesteocio.com/curiosidades/como-se-levantar-depois-de-cair-na-lua/" target="_blank" title="Me Tire Deste Ócio!">as dificuldades que alguns astronautas tiveram para se levantar</a> após caírem no solo lunar.</p>
<p>A feminista Bia Cardoso fala sobre <strong>tamanhos de seios</strong> <a href="http://srtabia.com/2012/03/sexta-de-peitos/" target="_blank" title="Groselha News">neste <em>post</em></a> e elenca algumas vantagens de ter seios grandes ou pequenos, extraídas de um site feminista lusitano.</p>
<p>Lúcia Freitas senta o <strong>pau no ECAD</strong>, por conta da polêmica <a href="http://ladybugbrazil.com/2012/03/a-semana-em-que-o-ecad-se-queimou-sozinho/" target="_blank" title="LadyBugBrazil">tentativa de cobrar direitos autorais sobre vídeos do YouTube &#8220;embedados&#8221; em blogs</a>.</p>
<p>Helen Fernanda dá dicas sobre <strong>como citar blogs em trabalhos acadêmicos</strong>, seguindo normas da ABNT, <a href="http://www.htmhelen.com/2012/03/como-citar-o-blog-em-trabalho-academico.html" target="_blank" title="HTMHelen">num post muito útil</a>.</p>
<p>Lu Monte apresenta a <strong>resenha do livro <em>Cara, Cadê o Meu País?</em></strong>, de Michael Moore &#8211; para ela, <a href="http://diadefolga.com/cara-cade-o-meu-pais/" target="_blank" title="Dia de Folga">um livro tedioso</a>.</p>
<p>E, finalmente, Caio Costa mostra <strong>o comercial mais curto da história</strong>, <a href="http://blogcitario.blog.br/2012/03/o-comercial-mais-curto-da-historia/" target="_blank" title="Blogcitário">com um segundo de duração</a>, feito para uma instituição que trata pessoas com transtorno obsessivo compulsivo.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Três redes sociais</title>
		<link>http://alexandresena.jor.br/blog/2012/tres-redes-sociais</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 13:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Andava meio sem tempo e inspiração para escrever aqui no blog, mas neste raro 29 de fevereiro reservei um tempo para comentar sobre três novas redes sociais das quais passei a participar agora em 2012. Clique nas imagens deste post para abri-las em tamanho maior. Kekanto A primeira rede é o Kekanto, uma espécie de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Andava meio sem tempo e inspiração para escrever aqui no blog, mas neste raro 29 de fevereiro reservei um tempo para comentar sobre <strong>três novas redes sociais das quais passei a participar agora em 2012</strong>. Clique nas imagens deste post para abri-las em tamanho maior.</p>
<p><strong>Kekanto</strong></p>
<p>A primeira rede é o <a href="http://br.kekanto.com" target="_blank" title="Kekanto">Kekanto</a>, uma espécie de versão brasileira do <a href="http://www.yelp.com" target="_blank" title="Yelp">Yelp</a>, mas que também guarda algumas semelhanças com o <a href="http://foursquare.com" target="_blank" title="Foursquare">Foursquare</a>. O Kekanto foi uma ideia desenvolvida em 2010 por dois japinhas estudantes da USP, Fernando Okumura e Bruno Yoshimura. Basicamente, <strong>o Kekanto é uma mistura de rede social e guia de bairro</strong>, na qual os participantes postam informações, escrevem resenhas e trocam dicas sobre serviços e estabelecimentos comerciais. </p>
<div style="float:left; margin:0 10px 5px 0; border: 1px solid black;"><a href="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/kekanto.jpg" target="_blank"><img src="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/kekanto.jpg" alt="Kekanto" title="Kekanto" width="240" height="180" border="0" /></a></div>
<p>No Kekanto, pode-se falar de qualquer estabelecimento: salão de cabeleireiros, oficina mecânica, supermercado, etc. Não obstante, <strong>a maioria dos participantes do Kekanto gosta mesmo é de resenhar barzinhos e restaurantes</strong>, o que acabou redefinindo o perfil da rede, hoje um reduto de amantes da gastronomia e da vida noturna.</p>
<p>Para estimular os integrantes da rede a escreverem resenhas, são distribuídos escudos (semelhantes aos <em>badges</em> do Foursquare) e patentes militares (os iniciantes são “recrutas” e podem, com o tempo, chegar a “marechal”) . Tal como o Foursquare, você pode fazer <em>check-in</em>, pelo <em>smartphone</em>, nos estabelecimentos que frequenta. Além disso (e essa é a melhor parte da brincadeira), <strong>são promovidos mensalmente encontros da comunidade em algumas das maiores cidades brasileiras</strong>, com a participação dos membros mais ativos – nesses <a href="http://br.kekanto.com/eventos/principal" target="_blank" title="eventos do Kekanto">eventos</a>, patrocinados, os comes e bebes são por conta do Kekanto. </p>
<p>O Kekanto expandiu suas operações e hoje tem usuários em algumas dezenas de cidades brasileiras, e também na Argentina, Chile e México. A rede já é bem forte em praças como São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, mas <strong>já está crescendo também em Brasília</strong>, onde moro. A responsável pela promoção do Kekanto no DF é a jornalista <a href="http://twitter.com/marcelasaad" target="_blank" title="link para o Twitter">Marcela Saad</a> (por coincidência minha amiga!) e já houve dois ótimos eventos neste ano aqui na cidade – o segundo, aliás, realizado ontem, contou com a presença dos ilustres <a href="http://www.proveisso.net" target="_blank" title="Prove Isso">Johnny C.</a> e <a href="http://www.danielbastos.com/" target="_blank" title="Daniel Bastos">Daniel Bastos</a>.</p>
<p><strong>Pinterest</strong></p>
<p>Outra rede à qual aderi bem recentemente, e que pelo jeito <strong>é a rede social da moda nessa virada de 2011 para 2012</strong>, é o <a href="http://www.pinterest.com" target="_blank" title="Pinterest">Pinterest</a>. O nome, passível de piadas maldosas em língua portuguesa, é uma junção dos vocábulos ingleses <em>pin</em> (alfinete) e <em>interest</em> (interesse). Espécie de <a href="http://www.fotolog.com"  target="_blank" title="Fotolog">Fotolog</a> moderno com pitadas de <a href="http://www.facebook.com"  target="_blank" title="Facebook">Facebook</a>, o Pinterest também surgiu em 2010 e se auto-define como um “mural virtual” – lembra, de fato, aqueles murais de cortiça que muitas meninas (e alguns meninos) tinham antigamente, onde pregavam com alfinete fotos, recortes de jornais e revistas e colagens diversas.</p>
<div style="float:right; margin:0 0 5px 10px; border: 1px solid black;"><a href="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/pinterest.jpg" target="_blank"><img src="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/pinterest.jpg" alt="Pinterest" title="Pinterest" width="240" height="180"  border="0" /></a></div>
<p>Há dezenas de textos em sites e blogs explicando o funcionamento do Pinterest, que é <strong>relativamente simples</strong> – basicamente, você marca uma imagem de um site qualquer, utilizando o botão “Pin”, que você instala no seu navegador, e “alfineta” essa imagem no seu mural temático do Pinterest, junto a um textinho descritivo (você pode criar quantos murais quiser). Não vou ficar chovendo no molhado aqui, repetindo o que você já leu ou vai ler em outro lugar. Recomendo <a href="http://diadefolga.com/pinterest-a-rede-social-do-momento/" target="_blank" title="Dia de Folga">o texto da Lu Monte</a>, que está bem didático e fácil de entender, além de trazer sugestões de temas para os seus murais.</p>
<p>O Pinterest “bombou” no Brasil nas últimas semanas. Confesso que só o conheci por acaso, por conta de uma postagem humorística no Facebook, que o citava junto a outras redes já conhecidas. Criei minha conta e qual não foi a minha surpresa ao ver que boa parte dos meus contatos virtuais (“amigos” do Facebook e “seguidores” do <a href="http://www.twitter.com" target="_blank" title="Twitter">Twitter</a>) já estavam por lá e me adicionaram freneticamente: um claro indício de que <strong>o Pinterest é o grande <em>hype</em> do ano</strong>.</p>
<p><strong>Postbit</strong></p>
<p>Por aquelas razões inexplicáveis, conheci antes o quase desconhecido rival do Pinterest, que atende pelo nome de <a href="http://www.postbit.com" target="_blank" title="Postbit">Postbit</a>. Menos intuitivo que o Pinterest, o Postbit também permite que você poste fotos e textos, que formam <strong>um mural virtual coletivo</strong>, junto com postagens de outros membros da rede.</p>
<div style="float:left; margin:0 10px 5px 0; border: 1px solid black;"><a href="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/postbit.jpg" target="_blank"><img src="http://alexandresena.jor.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/postbit.jpg" alt="Postbit" title="Postbit" width="240" height="180" border="0" /></a></div>
<p>Diferentemente do Pinterest, <strong>no Postbit você posta imagens que já estão no seu computador</strong>, no esquema de clicar-arrastar-soltar. O resultado estético dos murais é semelhante, mas o Postbit é bem menos empolgante de usar que o Pinterest.</p>
<p>Como eu desconhecia que o “quente” do Postbit é a postagem de fotos, escolhi-o para fazer o <em>start-up</em> de um projeto de criar um blog em inglês – na verdade retomar uma ideia que eu já havia botado em prática nos idos de 2003 e 2004, numa das célebres reformulações do meu site. Certamente <strong>vou ter que repensar o uso da minha página no Postbit</strong> e, por enquanto, ela vai ficar alguns dias sem atualização.</p>
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		<title>O carnaval da Amandinha</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 20:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Sena</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amanda]]></category>
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